segunda-feira, 21 de agosto de 2017

77 ANOS DA MORTE DE TROTSKY: A EDITORA NOVA ANTÍDOTO PRESTA JUSTA HOMENAGEM AO GRANDE DIRIGENTE BOLCHEVIQUE, MILITANTE E AUTOR DE OBRAS CLÁSSICAS FUNDAMENTAIS DO MARXISMO!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

“O CAPITAL” COMPLETA 150 ANOS: EDITORA NOVA ANTÍDOTO DESEJA VIDA LONGA A ESSA OBRA TEÓRICA REVOLUCIONÁRIA DO MARXISMO LENINISMO!


Em 16 de agosto de 1867 Marx finaliza a elaboração do primeiro tomo de “O Capital”, após anos de pesquisa e reflexão teórica. É um período em que Marx estreita seus vínculos com o movimento operário, então norteado por teses anarco-economicistas que não conseguiam explicar com profundidade toda a dinâmica do regime capitalista, desde o mundo do trabalho até o acúmulo de riquezas das classes dominantes. Nesta época envia uma carta breve e comovente a Frederich Engels como um tributo ao seu novo trabalho intelectual: “Se foi possível, devo-o apenas à você. Sem seus sacrifícios em meu favor eu jamais teria conseguido realizar o imenso trabalho exigido pelos três tomos. Eu cumprimento-o com enorme gratidão”. Sem sombra de dúvida uma contundente demonstração de camaradagem militante de Marx, que rejeitava qualquer "título" ou vaidade acadêmica de "brilhantismo". O Capital cuja influência sobre a história contemporânea da luta de classes é incalculável, desperta desde o fim do século XIX uma polêmica teórica permanente sobre a sua natureza. Mas no que consiste precisamente a essência das teses contidas no “Capital”? É uma obra econômica? É um texto filosófico? É o nascedouro da sociologia moderna ou uma plataforma científica para a política revolucionária do proletariado? Para Marx, a economia política se distingue da ciência clássica, ou seja , uma ciência que se transformou em ideologia. A evolução da economia política foi interrompida e ela se desviou da via científica, pois permaneceu prisioneira dos preconceitos e das ideias da classe dominante da sua época, a classe burguesa. É em decorrência da própria lógica da economia política clássica, que teria conduzido obrigatoriamente à condenação do modo de produção capitalista, ao desvelamento de suas contradições, descoberta de seu caráter transitório e ao prenúncio de seu fim, que os economistas burgueses não foram capazes de levar a termo a obra de Adam Smith e de Ricardo, e que a escola clássica de economia política começou a se desagregar. Ao efetuar a crítica da economia política, Marx combinou simultaneamente três elementos distintivos, primeiramente analisar o funcionamento da economia capitalista, dissecando suas contradições e mostrando o quanto a ciência econômica oficial é incapaz de dar conta destas e de explicá-las. Analisando as teorias dos economistas burgueses, revelando suas contradições, insuficiências e equívocos, localizando suas raízes em sua função ideológica, em relação à sociedade burguesa. E por fim, analisou a luta de classe entre capitalistas e trabalhadores, de maneira a encarnar a evolução econômica e ideológica nos homens concretos, que fazem sua própria história, em última instância, através das condições objetivas da luta de classes. O “Capital” não pretende explicar todas as sociedades humanas, passadas e futuras. Ele se contenta, mais modestamente, em explicar apenas a sociedade predominante há quatro séculos: a sociedade burguesa, e desta forma apontar uma nova perspectiva histórica para a humanidade. Para poder elucidar o funcionamento do modo de produção capitalista, Marx é obrigado a localizar a origem das “categorias econômicas” (mercadoria, valor, dinheiro, capital), cuja gênese está na sociedade pré-capitalista. Ele é obrigado, portanto, a exercer o ofício de historiador, a prover também os elos fundamentais para a compreensão das sociedades pré-capitalistas. Marx não pode analisar as contradições do modo de produção capitalista com justeza sem, com isso, dar à classe trabalhadora um instrumento de luta poderoso, sem intervir, por essa razão, ativamente nesta luta de classes e sem procurar orientá-la a um objetivo preciso: a derrubada do regime de produção capitalista.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

LBI DISPONIBILIZA O ARQUIVO COMPLETO DAS EDIÇÕES DO JORNAL LUTA OPERÁRIA NO SITE DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO!

Através de um amplo trabalho de pesquisa e resgate estamos começando a disponibilizar para nossos leitores as diversas edições do Jornal Luta Operária, porta-voz oficial da LBI. As edições mais antigas serão escaneadas e publicadas no site em breve. Os camaradas e leitores que desejarem colaborar com esse arquivo histórico revolucionário entrem em contato conosco: editoranovatidoto@gmail.com

terça-feira, 8 de agosto de 2017

LANÇADA BROCHURA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI: “UM PROGNÓSTICO MARXISTA 100% CONFIRMADO... MAIS: COMPLETANDO UM ANO DE INTEGRAÇÃO REVISIONISTA AO PSOL E A SOCIALDEMOCRACIA DE ‘ESQUERDA’”. ADQUIRA O SEU EXEMPLAR!


Lançamos a brochura “UM PROGNÓSTICO MARXISTA 100% CONFIRMADO... MAIS: COMPLETANDO UM ANO DE INTEGRAÇÃO REVISIONISTA AO PSOL E A SOCIALDEMOCRACIA DE ‘ESQUERDA’” com uma coletânea de artigos para marcar publicamente nossa delimitação com o MAIS e acima de tudo defender a necessidade de construção de um autêntico do Partido Revolucionário e Internacionalista, tarefa obviamente que nem o PSTU nem a ala “esquerda” do PSOL podem levar a cabo.

Assis Araújo, bancário e militante do MAIS, recebe o livro da LBI com bastante interesse político

sábado, 29 de julho de 2017

O LIVRETO DA EDITORA "PUBLICAÇÕES LBI" EM PARCERIA COM A EDITORA "NOVA ANTÍDOTO", ACERCA DA TRAJETÓRIA POLÍTICA DO GRUPO "MAIS" JÁ ESTÁ CHEGANDO EM ALGUMAS LIVRARIAS DO PAÍS, COMO NA "ARTE &CIÊNCIA" EM FORTALEZA: EM BREVE INFORMAREMOS OUTRAS LIVRARIAS ONDE A PUBLICAÇÃO ESTARÁ DISPONÍVEL



ÍNDICE

Apresentação

1 - Racha no PSTU ou a saída antecipada da “comissão de frente” para aguardar o restante do bloco no interior do PSOL?  O aviso da “ruptura amistosa” é claro: se não nos seguirem vão acabar como uma suicida “seita esquerdista”!

2 - Nasce uma nova corrente na esquerda: "Mais" ou menos trotskista...

3 - Descobrimos tardiamente que a dupla Valério e Waldo, cânones do "Mais", apoiaram o sionismo e o estado de Israel na guerra contra a Síria (Yom Kippur/73) porque Hafez Assad era um “ditador sangrento”...

4 - Mais e Nos anunciam tentativa de fusão: agrupando o que já está unificado no reformismo do PSOL

5 - Resposta a Henrique “Canário”: O dirigente do “Mais” canta o que agrada aos ouvidos dos militantes da esquerda pequeno-burguesa

6 - Grupo “Mais” integra frente ampla por “Diretas já” para “restabelecer legitimidade ao sistema político”: a dupla Valério e Waldo se enterra cada vez mais na tarefa de socorrer o regime em bancarrota atuando como tendência “externa” do socialdemocrata PSOL

quarta-feira, 19 de abril de 2017

BOA AFLUÊNCIA NA NOITE DE AUTÓGRAFOS DESTA TERÇA- FEIRA NA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO: A LBI FOI PIONEIRA POLÍTICA NA DENÚNCIA DA FARSA DA LAVA JATO, ENQUANTO O PRÓPRIO PT E TAMBÉM O PSOL(ATÉ HOJE)TRATAVAM DE FESTEJAR A REPÚBLICA DE CURITIBA EM NOME DO FALSO COMBATE A CORRUPÇÃO. A SÍNTESE DESTA CORAJOSA POSIÇÃO ESTÁ CONDENSADA NOS MAIS DE VINTE ARTIGOS ORGANIZADOS NESTA RECENTE PUBLICAÇÃO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO

DIRETO DA BIENAL DO LIVRO DO CEARÁ: LANÇAMENTO DA PUBLICAÇÃO "OPERAÇÃO LAVA JATO, UM MOVIMENTO DO IMPERIALISMO PARA DESMORALIZAR O CONJUNTO DO TECIDO POLÍTICO BURGUÊS DO PAÍS". APESAR DAS AMEAÇAS DO JUSTICEIRO MORO A EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM O BLOG DA LBI MANTEVE A SESSÃO DE AUTÓGRAFOS NESTA NOITE COM O AUTOR CANDIDO ALVAREZ

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCEIRIA COM AS "PUBLICAÇÕES LBI" LANÇA AGENDA 2017 EM HOMENAGEM AOS 100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

“PUBLICAÇÕES LBI” E EDITORA NOVA ANTÍDOTO ACABAM DE LANÇAR O LIVRO OPERAÇÃO LAVA JATO UM MOVIMENTO DO IMPERIALISMO PARA DESMORALIZAR O CONJUNTO DO TECIDO POLÍTICO BURGUÊS DO PAÍS. ADQUIRA O SEU EXEMPLAR!!!


O mais novo lançamento das Publicações LBI em parceria com a Editora Nova Antídoto, o livro “Operação Lava Jato: Um movimento do imperialismo para desmoralizar o conjunto do tecido político burguês do país”, cujo organizador é o Secretário-Geral da LBI, Candido Alvarez, “visionário” dos graves desdobramentos políticos da ofensiva judicial empreendida pelo Justiceiro Moro, serve como uma pequena bússola política e teórica para colaborar que a vanguarda militante nacional trilhe a senda da independência de classe em meio aos campos burgueses em disputa, sabendo combater o fascismo sem capitular a política de colaboração de classes da Frente Popular!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

LANÇADA PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI A 3ª EDIÇÃO DO LIVRO: "O 'ACIDENTE' FATAL DE CAMPOS E A 'OPERAÇÃO' EMBUSTE MARINA"


A Editora “Nova Antidoto” lança a 3ª edição do livro “O ‘acidente’ fatal de Campos e a ‘operação’ embuste Marina: Teoria da Conspiração ou uma exigência do imperialismo?” contendo uma análise marxista-revolucionária do quadro político-eleitoral brasileiro desde que o avião do então candidato do PSB caiu em circunstâncias até hoje não explicadas até mesmo pelos órgãos oficiais do governo, abrindo caminho para que alçasse voo a postulação de Marina Silva ao Palácio do Planalto. 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A EDITORA NOVA ANTÍDOTO E AS PUBLICAÇÕES LBI LANÇAM O LIVRO “A OFENSIVA IMPERIAL PARA DESTRUIR A PETROBRAS”


A Editora Nova Antidoto publica o livro a “Ofensiva imperial para destruir a Petrobras”. O título do novo lançamento não é uma mera figura de linguagem ou apenas um recurso de retórica jornalística para definir o objetivo central do imperialismo com relação a Petrobras. Nestes exatos dias estamos vendo os passos iniciais de uma brutal ofensiva política, econômica e midiática para de fato se esquartejar e desmantelar a Petrobras. O plano canalha é reduzir a maior empresa estatal da América Latina, quando muito, em uma mera extratora de óleo cru em alto mar (com altíssimo custo de operação) a fim de que os grandes grupos econômicos internacionais possam seguir controlando livremente os ramos mais lucrativos do mercado do petróleo nacional: a venda de derivados e sua distribuição pelo território brasileiro. A se manter a equação de vender óleo cru a “preço de banana” para depois comprar “na alta” o diesel e a nafta processada dos trustes industriais anglo-ianques, teremos inexoravelmente a futura quebra da Petrobras, ainda mais com o preço do barril em baixa sistemática por pressão dos EUA. Sintonizado com os ditames da Casa Branca e Obama, o decano tucano José Serra já defende abertamente o desmembramento da Petrobras, propondo que a estatal venda a área de refino, petroquímica, fabricação de plataformas, fertilizantes e abra mão da distribuição de combustíveis no varejo para permitir a privatização do que restar da empresa a baixíssimo custo. Desta forma tornamos o Brasil um país eternamente submisso política e economicamente as potências imperialistas e as "Sete Irmãs" (cartel das transnacionais do petróleo). 

sexta-feira, 18 de março de 2016

LANÇADO LIVRO SOBRE OS 90 ANOS DO PCB PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI: "UMA ANÁLISE TROTSKISTA DESDE A GÊNESE REVOLUCIONÁRIA ATÉ A TRAJETÓRIA DE COLABORAÇÃO DE CLASSES DO 'PARTIDÃO'"


Em meio a essas comemorações de aniversário do PCB, a Editora Nova Antítodo lança sua nova publicação "90 anos do PCB: Uma análise trotskista desde a gênese revolucionária até a trajetória de colaboração de classes do 'partidão'" como parte de nosso esforço teórico e político por defender as genuínas bases programáticas do marxismo revolucionário, tão renegadas tanto pelo PCB como pelo PCdoB ao longo desses 90 anos. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

"UMA CRITICA MARXISTA E REVOLUCIONÁRIA AO MODO PETISTA DE GOVERNAR" - NOVA EDIÇÃO, FRUTO DA PARCERIA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI! 


Uma crítica ao Orçamento Participativo como um instrumento da Frente Popular para gerir o Estado Capitalista e uma análise elaborada no final dos anos 90, quando o PT consolidou-se como direção da oposição burguesa consentida.

sábado, 28 de março de 2015

LANÇADO PELAS PUBLICAÇÕES LBI E A EDITORA NOVA ANTÍDOTO O LIVRO "UMA ANÁLISE TROTSKISTA DA GUERRA NO LÍBANO" - VERSÃO ATUALIZADA!



Escrito no calor da guerra a agora atualizada, o que apresentamos aos leitores no livro “Uma análise trotskista da Guerra no Líbano”, é um dos primeiros balanços políticos dos acontecimentos e traz uma abordagem ímpar do conflito. Uma organização militante revolucionária que se proclame como tal não poderia se limitar a fazer uma cobertura dos fatos para meramente constatar os horrores do massacre perpetrado pelas forças nazi-sionistas. Foi o que fez a quase totalidade das correntes da chamada esquerda mundial. Adotaram a postura do pacifismo pequeno burguês, reivindicando unicamente o fim do massacre, limitando-se a fazer apelos impotentes e piedosos pela paz no Oriente Médio e a exigir da ONU e dos governos capitalistas, cúmplices da sangrenta carnificina, para que pressionassem Israel. Esta postura tem como objetivo esquivar-se para não se posicionar em meio à guerra entre as duas forças beligerantes desproporcionais, por ironia da história, o Golias Israel e o Davi Hizbollah. A Liga Bolchevique Internacionalista foi a primeira corrente política a pontuar a força da resistência libanesa e a caracterizar o empatanamento da ofensiva sionista, como prenúncio do desastre militar israelense que veio a se configurar integralmente ao final da batalha. Estes elementos desembocaram em reveses políticos e militares inéditos para Israel na história do conflito árabe-israelense, levando o governo nazi-sionista a invocar a intervenção de uma coalizão imperialista sob a bandeira da ONU no Líbano para socorrê-lo na luta contra o Hizbollah.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

RELANÇADO O LIVRO "CUT - UM REGISTRO HISTÓRICO DA TRANSFORMAÇÃO DA CENTRAL EM UMA AUTARQUIA ESTATAL A SERVIÇO DO CAPITAL", MAIS UMA INICIATIVA DA EDITORIA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI!


O livro aborda o período desde a fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) até sua integração política e material no primeiro governo Lula. Fundada no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo, durante a ditadura militar na época sob o comando do general Figueiredo e opondo-se, via o chamado “novo sindicalismo”, aos pelegos do PCB, PCdoB e MR-8, a CUT hoje está completamente integrada ao Estado capitalista. Enquanto o ascenso das greves operárias no final dos anos 70 provocou o nascimento da CUT, uma central operária que centralizava a luta dos trabalhadores contra a ditadura militar, defendendo liberdade e autonomia sindical, significando um acontecimento histórico progressivo, a ascensão do governo de frente popular do PT, por sua vez, é um acontecimento político importante porque completou o processo de integração e cooptação política e material da CUT ao Estado burguês. Tal fato representa também um marco histórico que decretou a morte e a falência política dessa entidade como instrumento de luta das massas exploradas.

terça-feira, 15 de abril de 2014

LIVRO SOBRE OS 40 ANOS DO GOLPE MILITAR NO BRASIL VOLTA A CATÁLOGO FRUTO DA PARCERIA ENTRE AS PUBLICAÇÕES LBI E A EDITORA NOVA ANTÍDOTO!



Passados 40 anos do terrível golpe militar que impôs à nação 21 anos de ditadura, em nossa modesta homenagem aos que tombaram ou foram torturados pelos facínoras a serviço do capital, reafirmamos a vigência do Marxismo-Leninismo, a necessidade da construção do partido revolucionário e a manutenção da estratégia da guerra de classes para sepultar o modo de produção capitalista em todos os seus “formatos” políticos e institucionais, denunciando inclusive os que aceitam as reparações ofertadas pelo Estado capitalista como corresponsáveis por encobrir o caráter reacionário da democracia dos ricos. Nesse sentido voltamos a publicar o livro “Há 40 anos do golpe militar de 1964: O recrudescimento da repressão política a serviço da acumulação capitalista”, contendo como apêndice o artigo de Victor Serge “O Problema da ilegalidade”

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

LIVRO "UM BALANÇO POLÍTICO, PASSO A PASSO, DO PRIMEIRO ANO DA GESTÃO BURGUESA DA FRENTE POPULAR": LANÇADO EM 2003 VOLTA A0 CATÁLOGO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI!


Visando recordar a luta programática contra a posição de patrocinar ilusões no governo Lula e amortecer a luta de classes como conselheiros de esquerda do governo do PT, a Editora Nova Antídoto republica o Livro “Um balanço político, passo a passo, do primeiro ano da gestão burguesa da Frente Popular"  defendo a necessidade de derrotar as reformas do governo Lula/FMI através da convocação de uma greve geral no país através de um claro eixo de combate: oposição revolucionária ao governo da frente popular. O combate mortal a frente popular e todas suas variantes se materializava, como demonstra a publicação de 2003, em levantar bem alto a bandeira da oposição revolucionária ao governo Lula e denunciar seus conselheiros de esquerda como mercadores de reacionárias ilusões na frente popular.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI DISPONIBILIZAM O LIVRO "RETROSPECTIVA POLÍTICA DOS 100 DIAS DO GOVERNO LULA - UMA ANÁLISE MARXISTA SOBRE O CARÁTER BURGUÊS DA FRENTE POPULAR NO BRASIL", LANÇANDO EM 2003 E REEDITADO EM NOVA TIRAGEM! ADQUIRA!


O livro "Retrospectiva política dos 100 dias do governo Lula - Uma análise marxista sobre o caráter burguês da Frente Popular no Brasil” analisa os primeiros 100 dias da gestão do PT em 2003. A frente popular no Brasil constituiu um governo burguês de colaboração de classes devido a participação orgânica das entidades operárias e camponesas, como a CUT e o MST, no novo governo e não porque o PT é um partido operário-burguês ou mesmo operário. Quando Trotsky referia-se aos partidos operários-burgueses, estava falando dos partidos sociais-democratas e comunistas, que mantinham ainda, nos anos 30, seu caráter contraditório, ou seja, nasceram do movimento operário, adotaram inicialmente programas revolucionários, mas deixaram de representar os interesses da classe operária em função de capitulações históricas. Na atual etapa da luta de classes, já não existem mais os partidos operários-burgueses, estes passaram definitivamente para o campo da ordem capitalista desde pelo menos a queda do Muro de Berlim e a destruição contra-revolucionária da URSS. “Se o governo Lula não se assemelha a Allende, o que dizer das diferenças com Kerensky, que ascendeu ao governo russo através da Revolução de Fevereiro de 1917, na qualidade de representante dos soviets, ainda controlados pelos mencheviques? Se o governo de Lula corresponde a uma "frente popular atípica" como utilizar a mesma orientação voltada a governos paridos de revoluções (Kerensky) ou de processos eleitorais com profundos choques com o imperialismo (Allende)?” debate o livro lançado em 2003 pela Editora Nova Antídoto e publicado agora novamente, dez anos depois. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

EDIÇÃO HISTÓRICA DAS PUBLICAÇÕES LBI RELANÇADO PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO: "CHE E O DEFENSISMO REVOLUCIONÁRIO EM CUBA, HOJE - COLETÂNEA DE TEXTOS - 1995/1997"


Aos 39 anos de idade, em 1967, quando sua trajetória de evolução teórica e política foi interrompida pela selvagem repressão dos lacaios do imperialismo e da ditadura Barrientos, Che Guevara compreendia claramente que não havia possibilidade de acordos com as burguesias nacionais e o único caminho para arrancar as massas da miséria, da exploração e da opressão imperialista era a luta pelo socialismo e pela revolução mundial como aborda o livro "Che e o defensismo revolucionário" uma coletânea de textos da LBI entre 1995 a 1997.

sábado, 1 de junho de 2013

PUBLICAÇÕES LBI E EDITORA NOVA ANTÍDOTO LANÇAM EDIÇÃO HISTÓRICA DO FOLHETO "O FIM DA URSS, A DIVISÃO DA LIT E O LEGADO DE MORENO"




"O Fim da URSS, a Divisão da LIT e o Legado de Moreno" é uma contribuição para clarificar as divergências entre a Liga Bolchevique Internacionalista e as diversas variantes do morenismo e estabelecer um debate franco com os militantes que equivocadamente se referenciam em sua política e em seu programa. Neste sentido, a nossa corrente elaborou esta crítica, onde avaliamos a trajetória do morenismo à luz do verdadeiro trotskismo, como um combate fundamental por um programa revolucionário internacionalista.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

LIVRO "'MENSALÃO', O JULGAMENTO DO 'SÉCULO' PELO STF: A INTEGRAÇÃO DA ESQUERDA 'TROTSKISTA' ÀS INSTITUIÇÕES DO ESTADO BURGUÊS". EM BREVE LANÇAMENTO DESCORTINANDO A OPERAÇÃO LAVA JATO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI!



O livro "'Mensalão', o julgamento do 'século' pelo STF: a integração da esquerda 'trotskista' às instituições do Estado burguês” analisa que não foram poucas as vozes no interior da “oposição de esquerda” que aplaudiram o julgamento pelo STF do chamado esquema do “Mensalão”. Afirmavam, estes falsos vestais da esquerda revisionista, que se tratava de fazer “justiça” contra a degeneração moral e material em que se encontra a direção histórica do PT. Afinal o julgamento do Supremo serviria como uma espécie de “acerto de contas” contra os que promoveram a reforma neoliberal da previdência para beneficiar o capital financeiro. Também serviria, segundo a mesma lógica “moralista”, para punir a corrupção pessoal dos dirigentes petistas que elevaram em muito seu padrão de vida, ostentando publicamente carros de luxo e residências faraônicas. Na esteira da mídia “murdochiana”, a “oposição de esquerda” passou a acalentar a figura do “carrasco” dos mensaleiros, o falastrão reacionário Joaquim Barbosa. Sob um cálculo eleitoreiro o PSOL e PSTU (seguidos pelas seitas revisionistas) silenciaram o caráter de classe do STF, omitindo simplesmente que se tratava de uma corte maior da burguesa, a serviço dos grandes grupos capitalistas nacionais e até estrangeiros. Outros setores minoritários da esquerda revisionista, um pouco menos integrados à institucionalidade parlamentar, caracterizaram “puritanamente” o espetáculo fraudulento da Ação Penal 470 como uma mera disputa interburguesa, e portanto ficariam “neutros” diante do seu desfecho. Desde a LBI denunciamos “na primeira hora” o embuste midiático montado pela burguesia, a partir do controle que mantém do STF, para criminalizar o conjunto da esquerda e suas lideranças políticas (reformistas, revisionistas ou revolucionárias), tendo como ponto de partida o chamado “julgamento do século”. Se é inteiramente verdade que a “antiga” direção do PT estava submersa no mar de lama da cooptação estatal burguesa, traficando “generosas” comissões para o favorecimento de empresas capitalistas que mantém “negócios” com o governo central, não seria a instituição mais venal desta “república de novos barões”, o STF, que teria a envergadura histórica de “punir” os “mensaleiros”. Como marxistas não podemos esquecer que esta mesma corte de “ilibados” magistrados avalizou o maior saque já realizado a este país, a “Privataria Tucana”. Mas enquanto o “circo” do julgamento do “Mensalão” ainda se arrasta na mídia, desde as eleições passadas e quem sabe até as próximas, se desencadeia uma onda nacional de repressão jurídica aos movimentos sociais acusados de “subversão da ordem”! Como havíamos corretamente prognosticado a burguesia, contando com a anuência do governo Dilma, utilizaria o engodo do julgamento do “Mensalão” como legitimação social para desencadear uma feroz ofensiva contra o movimento de massas. Enquanto “fecha os olhos” para todos os esquemas pesados de corrupção da oposição conservadora (Mensalão mineiro, Propinoduto paulista etc...) o STF convoca uma cruzada “cívica”, encabeçada pelo novo herói do PIG, para encarcerar os “esquerdistas” de “ontem e de hoje”!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

LANÇADO O LIVRO "A PRIMAVERA ÁRABE CONTRA A INTIFADA PALESTINA", MAIS UMA OBRA DE ANÁLISE MARXISTA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI!


Ocorreu o lançamento pela Editora Nova Antidoto do folheto “A Primavera Árabe contra a Intifada Palestina”. Foi exposta a polêmica que se trava no interior da esquerda e dos próprios grupos palestinos sobre a ofensiva imperialista que se utilizou das revoltas populares no Egito e na Tunísia para operar uma transição conservadora controlada pela Casa Branca, uma grande operação que abrange desde o Magreb até a Síria. Logo após conseguir tirar de cena seus títeres desgastados nestes países, o imperialismo tratou de ter como alvo os governos que de alguma maneira não estavam sob suas ordens diretas. Primeiro agrediu militarmente a Líbia via OTAN, agora busca desestabilizar o regime sírio e se prepara para atacar o Irã. Não por acaso, esses regimes são aliados na luta do povo palestino contra o enclave nazi-sionista.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

FOLHETO "A MINIFRENTE POPULAR EM BELÉM COMO GÊNESE DE UMA 'NOVA' ALTERNATIVA BURGUESA AO PT E À OPOSIÇÃO DEMO-TUCANA": EDITORA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI ELABORAM ANÁLISE DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 


O folheto "A minifrente popular em Belém como gênese de uma 'nova' alternativa burguesa ao PT e à oposição demo-tucana" traz em suas páginas, uma análise marxista acerca da formação da chamada "Frente Belém nas mãos do povo", na verdade, uma minifrente popular dirigida pelo PSOL que englobou o PSTU e o governista PCdoB. De tão ampla, desde o início a candidatura burguesa de Edmilson Rodrigues recebeu apoio até mesmo da ecocapitalista Marina Silva. Para o segundo turno, o leque de apoios dos partidos tradicionais da burguesia ao candidato do PSOL aumentou e o vale tudo eleitoral passou a dar as cartas: apoio do PT, com direito a uma declaração de Lula chamando voto em Edmilson, de latifundiários do PDT, do direitista PPL e até do DEM! Convidamos os simpatizantes e leitores da LBI a adquirir o folheto como uma ferramenta militante de combate ideológico a partir da crítica ácida comunista a este "novo" eixo de reagrupamento burguês.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

RELANÇAMENTO DO LIVRO “90 ANOS DA REVOLUÇÃO BOLCHEVIQUE: EM DEFESA DOS PRINCÍPIOS DE OUTUBRO”, PARECEIRA ENTRE AS PUBLICAÇÕES LBI E DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO!


Na academia, na mídia e nos partidos da esquerda revisionista reina neste momento uma verdadeira cruzada antibolchevique por exterminar ou pelo menos demonizar todas as referências do grande triunfo proletário de 1917, para confundir os lutadores de hoje e impedi-los de organizar uma saída revolucionária diante das explosivas contradições da dominação imperialista. Não por acaso os charlatães do Marxismo tentam “vender” o novo conceito de uma suposta revolução como sendo levantes “democráticos” organizados pelo imperialismo contra “ditaduras” militares ou até mesmo nacionalistas burguesas. Para os autênticos revolucionários marxistas, que não se curvaram diante da ofensiva ideológica do imperialismo, cabe a tarefa de resgatar as tradições revolucionárias dos bolcheviques e as lições da grande Revolução de Outubro como ferramentas elementares na construção do partido revolucionário para libertar o proletariado da influência dos agentes da burguesia e do imperialismo, colocando o movimento operário novamente sob a bandeira da revolução proletária mundial e do socialismo, esta incumbência destinada à reconstrução da Quarta Internacional. Para tanto é necessário que a vanguarda da classe operária abstraia com toda perspicácia as lições das derrotas que o proletariado tem sofrido nas últimas décadas por causa precisamente da ausência de uma direção verdadeiramente revolucionária. Na melhor para esta síntese militante representa o lançamento do livro “90 anos da Revolução Bolchevique: Em defesa dos princípios de Outubro”, das publicações LBI e da Editora Nova Antídoto!

domingo, 15 de julho de 2012

UMA ABORDAGEM MARXISTA E REVOLUCIONÁRIA DA QUESTÃO PALESTINA: 2ª EDIÇÃO DO LIVRO, PARCERIA ENTRE A EDITORA NOVA ANTÍDOTO E AS PUBLICAÇÕES LBI 

A única alternativa que poderá dar uma resolução cabal à legítima reivindicação nacional do povo palestino, assim como livrar as massas e trabalhadores da região de seus gigantescos sofrimentos ao longo de vários séculos, é a defesa de uma Palestina Soviética baseada em conselhos de operários e camponeses palestinos e judeus. A expropriação do grande capital sionista, alimentado em décadas pelo imperialismo ianque, impossível de ser conquistada sem a destruição do Estado de Israel, garantirá a reconstrução da Palestina sob novas bases, trazendo para seu povo o progresso e a paz tão almejada durante mais de 50 anos de guerra de rapinagem imperialista na região.

terça-feira, 15 de maio de 2012

EDITORA NOVA ANTIDOTO E PUBLICAÇÕES LBI LANÇAM EM PARCERIA O LIVRO "OS GENUÍNOS TROTSKISTAS E A QUESTÃO CUBANA" 


Lançado o livro "Os genuínos trotskistas e a questão cubana". Ele aborda a importância histórica de defender o Estado operário cubano das investidas do imperialismo. A revolução vitoriosa em 1959 dirigida por Fidel e Che arrancou a pequena ilha das garras dos grandes monopólios ianques, transformando um país que era literalmente um prostíbulo da burguesia norte-americana em uma nação que anos depois rompeu com o jugo da dominação da cadeia de espoliação capitalista, garantindo a seu povo conquistas históricas como educação pública, gratuita e um dos sistemas de saúde mais avançados do planeta. Nem os mais de 50 anos de criminoso bloqueio econômico fizeram ruir essas conquistas que permanecem socialmente vigentes para o proletariado, apesar das imensas dificuldades que impõe a Cuba até hoje. O legado teórico de Trotsky nos ensinou que era preciso defender incondicionalmente a URSS, apesar dos erros e traições de Stalin. Hoje, com Cuba fazemos o mesmo. Ainda que tenhamos críticas à direção do PCC, jamais nos somamos ao imperialismo e sua corja arquirreacionária nos ataques ao Estado operário; pelo contrário, sempre estivemos na linha de frente da sua defesa, não apenas como "amigos de Cuba", mas acima de tudo como internacionalistas proletários e defensores do socialismo científico como alternativa à barbárie capitalista que ameaça a existência da própria humanidade. Acreditamos que somente a mobilização internacionalista da classe operária poderá fazer frente aos planos do império para aniquilar totalmente a enorme referência mundial da revolução cubana. Por isso não devemos depositar nenhuma confiança nos "acordos" amistosos com os chefes "democratas" dos estados terroristas. A trágica lição abstraída da guerra da Líbia, onde Kadaffi "confiou" nos abutres imperiais europeus que logo em seguida devastaram seu país, deve servir como um farol revolucionário para a vanguarda classista do proletariado mundial na defesa de Cuba. 

sábado, 19 de novembro de 2011

DEPOIS DE ESGOTADO O VOLUME I, AS PUBLICAÇÕES LBI EM PARCERIA COM A EDITORA NOVA ANTÍDOTO LANÇAM O LIVRO "TESES TROTKSITAS SOBRE A GUERRA IMPERIALISTA CONTRA LÍBIA, VOLUME II" -  A VITÓRIA DA OTAN 


Ainda em abril de 2011, lançamos o primeiro volume das “Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia” onde pontuamos não só essas posições como travamos várias polêmicas com a esquerda, desde o revisionismo do trotskismo até os apoiadores do chavismo e do castrismo. Com esse debate tratamos de clarificar entre a vanguarda a capitulação daqueles, como a LIT que, em nome do apoio a farsesca “revolução árabe”, apoiavam a ofensiva imperialista como também estabelecemos os limites do decadente regime nacionalista burguês comandado por Kadaffi.  Agora estamos lançando o segundo volume das “Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia” dedicada a analisar a vitória da OTAN. Esta se deu fundamentalmente com o brutal assassinato de Kadaffi em uma operação conjunta entre os “rebeldes” mercenários e os bombardeios da OTAN, que depois de meses atacando Sirte, centro da resistência, acabaram por dominar o país, ainda que existam de forma dispersa pequenos focos de oposição ao controle da Líbia pelos títeres do CNT. Com essa publicação desejamos fazer um balanço global da guerra contra a Líbia, pontuando que a vitória da OTAN, que teve o apoio de grande parte da esquerda sob o pretexto de combater uma suposta “ditatura sanguinária”, significa o recrudescimento da ofensiva imperialista contra os povos e nações oprimidas que se incrementa desde a queda do Muro de Berlim e o fim da URSS. Os alvos imediatos desta arquirreacionária cruzada moderna são particularmente no Oriente Médio o Irã e a Síria, mas também tem como objetivo próximo a Venezuela, o Estado operário cubano e a aniquilação das FARC.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

LIVRO SOBRE OS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO, UMA OBRA VISIONÁRIA DA PARCERIA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI: "DE TRÍPOLI A TEERÃ - AS PROVOCAÇÕES TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA SÃO A SEGUNDA ESCALA DA OFENSIVA IMPERIALISTA"


Em meados de 2011, quando estavam sendo travados os combates na Líbia entre as milícias populares que apoiavam o coronel Kadaffi e os “rebeldes” auxiliados pelos bombardeios da OTAN, o imperialismo já patrocinava os mercenários terroristas que hoje tentam desestabilizar o governo da oligarquia Assad. Tanto que neste período lançamos um alerta que as novas “manifestações” patrocinadas pelo imperialismo eram um pretexto para o incremento de provocações contra a Síria. Com a derrota do regime nacionalista líbio e ascensão dos títeres do CNT após o assassinato de Kadaffi, em outubro, esta escalada ganhou ainda mais impulso. Como explicamos a época, o regime da oligarquia Assad, por seu apoio ao Hezbollah e a luta contra o Israel, não era um aliado totalmente confiável aos EUA como a Jordânia ou a Arábia Saudita, ainda que tivesse prestado valorosos serviços a Casa Branca. Hoje, o imperialismo publicamente já reconhece que vem enviando armas pesadas e munições aos mercenários do “Exército Livre da Síria” e os treinados na Turquia, Catar e Arábia Saudita. Vários contingentes de “ex-rebeldes” líbios se encontram na Síria para apoiar os ataques ao governo e o exército nacional sírio. Ao avançar contra a Síria, o imperialismo deseja derrubar ou neutralizar o regime Assad para chegar em melhores de condições de combate contra o seu principal alvo na região, o Irã. O processo de desestabilização do governo de Bashar Al Assad por parte do imperialismo e de Israel, através do apoio a grupos internos “rebeldes” tribais arquirreacionários, representa a tentativa da Casa Branca de alterar completamente a chamada geopolítica do Oriente Médio, colocando sob seu controle não só a Síria, mas avançando em sua ofensiva sobre o Hezbollah no Líbano e, caso tenha sucesso nesta empreitada neocolonialista, assentando as bases para um ataque militar ao Irã, já que não conseguiu o apoio interno necessário para debilitar o regime nacionalista comandado por Armadinejad. Nesse cenário dramático e polarizado é que lançamos o livro “De Trípoli a Teerã: As provocações terroristas contra a Síria são a segunda escala da ofensiva imperialista”.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

RELANÇADA A BROCHURA "CRÔNICAS DE UMA ELEIÇÃO ANUNCIADA" SOBRE A DISPUTA PRESIDENCIAL DE 2010


A Publicação "Crônicas de uma eleição anunciada" acompanha as principais polêmicas travadas com as diversas variantes do revisionismo, abrigadas dentro e fora do PT. Enquanto prognosticávamos, já em meados de 2009, que Dilma era a candidata preferencial da burguesia e do imperialismo, justamente porque a frente popular havia conseguido manter a estabilidade do país antes, durante e depois do ápice do crash capitalista

quinta-feira, 15 de julho de 2010

"TROTSKISMO VERSUS REVISIONISMO", UM LIVRO QUE ABORDA POLÊMICAS ENTRES CORRENTES QUE SE REIVINDICAM MARXISTAS REVOLUCIONÁRIAS, UMA OBRA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI

Coletânea de artigos abordando as polêmicas teóricas e programáticas no interior do chamado movimento trotskista internacional e suas diversas correntes políticas que reivindicam a IV Internacional

segunda-feira, 28 de junho de 2010

"VENEZUELA, BOLÍVIA, EQUADOR: OS GOVERNOS BOLIVARIANOS A SERVIÇO DA ORDEM CAPITALISTA" - NOVA EDIÇÃO LANÇADA PELA PARCERIA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI!


Neste livro lançado pela Editora Nova Antítodo pontuamos que a vanguarda revolucionária não deve depositar nenhuma confiança nas direções “bolivarianas” que a qualquer momento podem ceder às investidas da Casa Branca e às pressões da “oposição”, uma vez que desejam manter o regime de exploração capitalista seja com matizes “nacionalistas” ou entreguistas, mas sem qualquer aliança tática com a direita pró-imperialista. A senda correta a ser percorrida é a luta em defesa e ampliação das conquistas sociais da classe operária, forjando no calor da batalha um programa genuinamente comunista de completa ruptura com o nacionalismo burguês. Devemos convocar a vanguarda classista para a ação direta, contemplando uma plataforma de ocupações de fábricas, nacionalizações de grupos econômicos sob o controle dos trabalhadores e socialização do latifúndio. A tarefa que se impõe nesta polarizada conjuntura, acompanhando a evolução política das massas, é a construção do partido operário revolucionário, única forma de combate consequente ao Estado capitalista!

terça-feira, 20 de abril de 2010

RELANÇADO: "TESES TROTSKISTAS ACERCA DA OCUPAÇÃO MILITAR IANQUE SOBRE O IRAQUE", FOLHETO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI DE ABRIL DE 2003 VOLTA EM EDIÇÃO AMPLIADA! 



Não são poucas "as vozes" que saudaram como progressiva a queda de Saddam Hussein sob as mãos do imperialismo anglo-ianque. Com ângulos distintos de análise mas com traços do mesmo conteúdo reacionário, desde os revisionistas do trotskismo até os "falcões" da Casa Branca, mais uma vez conformou-se a "Santa Aliança" também ungida na queda do Muro de Berlim e no ataque ao Pentágono e às Torres Gêmeas do WTC. Os arautos da democracia burguesa afirmam que agora as massas iraquianas se livraram da "ditadura sanguinária" de Saddam Hussein e estão em melhores condições para lutar contra a ocupação imperialista. Na mesma linha política, concluem que a vitória militar imperialista foi produto exclusivamente de dois fatores: 1) as massas iraquianas não defenderam militarmente seu país, porque não estavam dispostas a manter vivo o regime de Saddam Hussein; 2) o triunfo militar anglo-ianque era inevitável devido à imensa superioridade bélica sobre o Iraque, portanto, não adiantava "resistir" no campo militar, cabendo unicamente "protestar" contra a guerra nos principais países do mundo ocidental. Estas duas "teses" que se entrelaçam, levantadas pela maioria da esquerda mundial, "ignoram" completamente os próprios fatos concretos das primeiras duas semanas da incursão imperialista no território iraquiano. Como reféns da opinião pública pequeno-burguesa "democratizante", os revisionistas acham mais "fácil" repetir o "senso comum" veiculado pelos órgãos de comunicação a serviço do capital e seus interesses políticos e ideológicos. Em franca oposição à "Santa Aliança", nós, os marxistas revolucionários, declaramos bem alto: sim, era possível derrotar militarmente o imperialismo anglo-ianque nesta guerra de rapina. Levantamos desde o primeiro momento a consigna de "vitória militar ao Iraque" porque acreditávamos no enorme potencial de luta das massas árabes e iraquianas, apesar de não depositarmos nenhuma confiança no regime burguês nacionalista de Saddam Hussein, sempre propenso a um acordo com os bandidos imperialistas, como o pactuado em 91, toda essa análise condensada no livro relançado pela Editora Nova Antídoto.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

NOSSO ARQUIVO - PUBLICAÇÕES LBI E EDITORA NOVA ANTÍDOTO: "BALANÇO DAS JORNADAS DE DISCUSSÕES ENTRE A LBI E O POR-ARGENTINO PELA RECONSTRUÇÃO DA IV INTERNACIONAL"


Uma série de livros e brochuras das Publicações LBI estão sendo relançados ou disponibilizados na internet através da parceria com a Editora  Nova Antítodo. O livreto "Balança das Jornadas de discussões entre a LBI e o POR argentino pela Reconstrução da IV Internacional", de novembro de 1998 é uma destas raridades. Adquira! 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

AS PUBLICAÇÕES LBI E A EDITORA NOVA ANTÍDOTO RELANÇAM A EDIÇÃO HISTÓRICA DO LIVRO: "LBI, NOSSAS DIFERENÇAS METODOLÓGICAS, POLÍTICAS-PROGRAMÁTICAS COM CAUSA OPERÁRIA E O PARTIDO OBRERO". ADQUIRA ESSA RARIDADE!

Adquira essa edição histórica que pontua as bases políticas, programáticas e metodológicas da fundação da LBI!